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Japão usa tecnologia para se proteger de acidentes de trabalho

Fernando Mexía

Tóquio, 20 out (EFE).- Evitar acidentes é uma obsessão no Japão viciado em trabalho, onde os capacetes e os sinais luminosos são tão freqüentes quanto poucas as mortes trabalhistas, o que faz com que o país seja um dos mais seguros do mundo no âmbito profissional.

O Japão, onde cerca de 30% dos trabalhadores passam mais de 50 horas semanais nas fábricas, onde é reconhecida a morte por excesso de trabalho (chamada "Karoshi") e as greves podem representar um aumento da produtividade, somente dois de cada mil empregados sofrem acidentes no trabalho.

A construção civil, o setor que mais mata no Japão e responsável por um terço dos mortos ao ano em acidentes de trabalho, concentra a atenção dos pesquisadores japoneses.

Atualmente, o Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional do Japão (JNIOSH, em inglês) avalia novos dispositivos para evitar as quedas em construções, como um macacão de corpo inteiro e um cinto com um sistema de duas cordas e um air bag, que em breve poderão ser incorporados ao vestuário de pedreiros e operários.

Em 2006 houve 121.378 acidentes de trabalho no Japão, com 1.472 mortes, números altos em termos absolutos, mas pequenos se considerados os mais de 43,5 milhões de pessoas que compõem a população economicamente ativa do país, segundo o Ministério do Trabalho japonês.

Obviamente, os números japoneses são muito menores que os de países como Brasil, Argentina, Chile e México, onde muitos profissionais não fazem parte das estatísticas por não aparecerem nos registros estatais e os padrões de segurança trabalhistas tendem a ser inferiores ao japonês.

Os números do Japão também são muito menores que os dos Estados Unidos, maior economia do mundo, onde no ano passado três de cada cem trabalhadores sofreram um acidente de trabalho.

Os japoneses se propuseram a acabar com o problema. Basta dar uma volta por Tóquio para comprovar as inúmeras medidas de segurança utilizadas em todas as obras.

Operários com uniformes, equipados com capacetes, coletes que refletem a luz, luvas, apitos e botas, armados com uma lanterna que imita as espadas com laser da famosa série cinematográfica "Star Wars". Eles constituem um Exército luminoso cuja missão é impedir acidentes.

As forças especiais contra os riscos no trabalho contam ainda com um desdobramento de meios técnicos para melhorar a eficiência.

Fileiras de cones unidos entre si que brilham no escuro, cercas que rodeiam o canteiro de obras, várias placas e setas fazem parte do cenário.

Existe ainda uma versão mecânica com a silhueta de um ser humano que alerta os motoristas para a realização de obras na calçada.

Estes são alguns exemplos da consciência das empresas e do Governo japonês para evitar os acidentes no trabalho e reduzi-los ao mínimo.

"Concentramos nossos esforços no estabelecimento de um ambiente de trabalho livre de acidentes, e esperamos consegui-lo em um futuro próximo", disse Hajime Tomita, pesquisador do JNIOSH.

Além do JNIOSH, existem no Japão pelo menos outras quatro instituições que se dedicam a estudar e propor soluções para evitar tragédias durante o trabalho.

Uma delas é o Centro de Informação Avançada sobre Segurança e Saúde (Jaish, em inglês), que dispõe de um museu e um cinema em três dimensões que exibem fotos e vídeos sobre acidentes de trabalho para ajudar a conscientizar os trabalhadores dos perigos que correm.

"Para prevenir comportamentos inseguros, é essencial que os próprios trabalhadores reconheçam de forma voluntária e autônoma as ameaças e decidam tomar medidas", disse Kazumi Tabata, diretor do departamento Zero-Accident da Associação de Segurança e Saúde Industrial do Japão (Jisha, em inglês).

 

Fonte: Globo.com

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